O Instituto Educa Mata Atlântica reafirma seu compromisso com a proteção do meio ambiente ao integrar o grupo de organizações que subscreveu o posicionamento público da Rede de Organizações Não-Governamentais da Mata Atlântica (RMA) contra as propostas de desregulamentação apresentadas pelo Ministério da Economia ao Ministério do Meio Ambiente.
O manifesto da RMA, divulgado em setembro de 2021, evidencia os riscos embutidos nas sugestões que visam flexibilizar normas ambientais históricas, como a revogação da Resolução CONAMA 01/86 e mudanças na Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428/2006). As alterações propostas ameaçam fragilizar instrumentos essenciais de controle e licenciamento, ampliando o risco de desmatamento e comprometendo os esforços pela preservação de um dos biomas mais ameaçados do planeta.
Voz ativa na defesa de políticas responsáveis
O Educa Mata Atlântica integra este movimento coletivo como entidade ativa, vigilante e comprometida com a defesa da Mata Atlântica e com a promoção de um desenvolvimento verdadeiramente sustentável.
“A preservação da Mata Atlântica não é obstáculo ao desenvolvimento econômico. Ao contrário: um país que valoriza e protege seus recursos naturais constrói as bases para um futuro com qualidade de vida e equilíbrio ambiental. O Educa Mata Atlântica segue firme na luta por políticas públicas que conciliem desenvolvimento e conservação ambiental”, afirma Rita Souza, diretora do instituto.
A preservação da Mata Atlântica não é obstáculo ao desenvolvimento econômico. Ao contrário: um país que valoriza e protege seus recursos naturais constrói as bases para um futuro com qualidade de vida e equilíbrio ambiental. O Educa Mata Atlântica segue firme na luta por políticas públicas que conciliem desenvolvimento e conservação ambiental. Rita Souza - Diretora do Instituto Educa Mata Atlântica
Atuação em rede fortalece o impacto
O Educa Mata Atlântica é parte da RMA, que reúne mais de 150 organizações de todo o país. A força dessa articulação nacional foi decisiva para levar ao debate público os riscos das propostas que, sob a justificativa de reduzir o chamado “Custo Brasil”, poderiam abrir brechas para a degradação de áreas já ameaçadas e retrocessos na política ambiental brasileira.
Entre os pontos mais críticos denunciados estão:
Propostas para permitir supressão de vegetação nativa em maiores áreas sem anuência do IBAMA.
Tentativa de transferir competências de controle ambiental para instâncias com menor capacidade técnica e fiscalizatória.
Propostas que fragilizariam o licenciamento ambiental, essencial para garantir a avaliação de impactos e a proteção dos ecossistemas.
Mais do que assinar o manifesto, o Educa Mata Atlântica segue mobilizando a sociedade por meio de suas ações educativas, projetos comunitários e campanhas de conscientização. A defesa da Mata Atlântica é parte de sua essência e compromisso com as futuras gerações.
📌 Leia o manifesto completo da Rede Mata Atlântica
https://rma.org.br/news/rede-mata-atlantica-critica-desregulamentacao-proposta-pelo-ministerio-da-economia/






